Biblioteca inicial de estudos críticos.
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Estudo acadêmico ampliado sobre o uso do nome Dã em Gênesis 14:14 antes da renomeação de Laís em Juízes 18.
Deuteronômio 34 descreve a morte, o sepultamento e a avaliação posterior de Moisés.
Estudo acadêmico ampliado sobre Gênesis 36:31 e a monarquia pressuposta.
Estudo acadêmico ampliado sobre fórmulas editoriais e narrador posterior.
As duas narrativas de criação possuem ordem, estilo e ênfases diferentes.
Estudo acadêmico ampliado sobre camelos nas narrativas patriarcais, arqueologia, domesticação e possível retroprojeção cultural.
Estudo acadêmico ampliado sobre filisteus nas narrativas patriarcais, Povos do Mar, cronologia e possível atualização geográfica.
Estudo acadêmico ampliado sobre a escala populacional do Êxodo, o silêncio arqueológico do Sinai, memória histórica e leitura crítica.
Estudo acadêmico ampliado sobre Jericó, Ai, Josué, arqueologia da conquista e modelos de formação gradual de Israel.
Muitos modelos arqueológicos atuais entendem Israel como formação interna nas terras altas de Canaã.
Inscrições e textos sugerem um passado religioso israelita mais plural do que a teologia posterior admite.
Leis da Torá possuem paralelos claros com coleções jurídicas mais antigas do Oriente Próximo.
A narrativa do dilúvio possui paralelos antigos na literatura mesopotâmica.
A Bíblia afirma que Deus não se arrepende, mas também narra arrependimentos divinos.
1 Reis 22 apresenta Deus permitindo ou enviando um espírito enganador.
Gênesis 3 é frequentemente explicado por doutrinas posteriores, mas o texto em si é mais ambíguo.
Amós 9:7 questiona uma leitura exclusivista simples da eleição de Israel.
Malaquias 1:11 parece valorizar culto entre as nações enquanto critica Israel.